Congresso de Dermatologia significa para nos oportunidade de confraternizar.
Prof. Alcidarta Gadelha (AM) em fase de finalizacao da nova edicao do seu livro com a Izelda de Cirurgia Dermatologica, o qual tive a honra de escrever o capitulo de Laser nas Onicomicoses.

A segunda edicao do curso Principios Basicos de Laser realizada na sede de SBD-RJ teve lotacao esgotada.  A valiosa colaboracao de Alvaro Boechat garantiu a transmissao de conteudos de forma leve e interessante que prendeu a atencao da plateia de alunos atentos. Alvaro Boechat e engenheiro formado pelo ITA com especializacao em laser nos Estados Unidos e em Israel e uma didatica que ja conta com mais de 10 anos de treinamentos de medicos dermatologistas em todo o Brasil. Este ano contamos com a colaboracao de dermatologistas – Paulo Notaroberto, Daniela Lemes, Juliana Neiva para contar um pouco da experiencia em temas do nosso dia-a-dia. Neste evento ministrei aula de Laser em Patologias.  Mais uma vez adorei trabalhar com a Gabriella Albuquerque com sua energia e proatividade, uma parceria que certamente vai render outros projetos.

A manipulação de Medicamentos era muito ativa  no Brasil no seculo XIX e inicio do seculo XX. Nesta epoca a industrialização era inexistente e o farmaceutico aviava as receitas prescritas pelo medico sob forma de xaropes, envelopes etc que podiam ser entregues em domicilio. As formulações eram artesanais e individualizadas. O crescimento das industrias de medicamentos e a produção em massa associados a uma poderosa força da propaganda além da necessidade de lever medicamentos aos lugares mais remotos, empurraram a manipulação para uma atuação secundaria.

A sociedade Brasileira de dermatologia do Rio de Janeiro, com a finalidade de resgatar o tratamento   individualizado organizou na sua sede o curso A Arte de Manipular (Abril 2016)com o auxilio valioso das farmacêuticas Deborah Marques e Gabriela Deutsch, no qual ministrei a aula de tratamento da Acne  e Rosacea.

 

Quantitative Visualization and Detection of Skin Cancer Using Dynamic Thermal Imaging | Protocol: We demonstrated that malignant pigmented lesions with increased metabolic activity generate quantifiable amounts of heat and the…

O padrão ouro para o tratamento da pele fotoenvelhecida,com rugas faciais induzidas pelo sol, lesões pré-cancerosas, certos canceres de pele, discromias e cicatrizes superficiais é o laser de CO2. O efeito térmico do laser de CO2 é capaz de atuar na derme, estimulando a neocolagenese e melhorando a flacidez facial.
Os equipamentos antigos atuavam de forma eficaz mas promoviam um edema (inchaço) prolongado, eritema, despigmentação e cicatrizes. A re-epitalização durava até 14 dias e o eritema pós-procedimento durava varios meses.

Atualmente, com o surgimento dos lasers de CO2 fracionados, o tratamento tornou-se menos invasivo e a recuperação mais rápida, embora para se atingir os resultados desejados necessitemos de mais sessões com um intervalo medio de 30 dias.

Persistem ainda os riscos de infecção herpética nos portadores de herpes, por isto, nestes casos indica-se o medicamento anti-herpético um dia antes do procedimento até completar de 5 a 7 dias.
O resultado do tratamento com o laser CO2 fracionado depende do grau de fotoenvelhecimento e da hidratação da pele. As avaliações são individuais pois cada um tem uma genética e uma historia de exposição solar. Desta forma, peles mais envelhecidas necessitam de cerca de 4 sessões com intervalos de 1 a 2 meses e peles mais jovens cerca de 2 sessões.
A proteção solar é recomendada em todos os casos, antes do início do tratamento, para garantir um resultado final satisfatório com uma pele uniforme, com menos rugas e pigmentações.
O tratamento permite o rejuvenescimento das palpebras pelo metodo conhecido como “Madonna eye lift”, que melhora as rugas e as olheiras com 3 a 5 sessões com intervalos de 2 a 3 semanas e tempo de recuperação de 4 a 5 dias.

ATENÇÃO! Não recomendo que faça o procedimento antes de viagens para lugares ensolarados ou quando a pessoa tenha um ritmo de vida que exija exposição solar constante ou ainda muito próximo (menos de 30 dias) de eventos importantes (casamentos, aniversários, batizados etc) pois embora o procedimento seja seguro quando seguimos o passo-a-passo do pós-procedimento, infelizmente a medicina não é uma ciência exata. Alguns imprevistos podem ocorrer – infecções, avermelhamento por um prazo maior, erupção acneiforme (pequenas espinhas devido ao uso do filtro solar).
veja mais em: www.claudiasa.com.br1

 
O laser CO2 é o padrão ouro para o tratamento das rugas, sobretudo aquelas provenientes do dano solar. Atualmente com os equipamentos mais modernos e o fracionamento é possível tratar toda a face com resultados interessantes e menor tempo de recuperação.

7A pele das flores

Observando nas flores suas nuances de cores, a textura,a suavidade e delicadeza, os lanugos, os aromas… reflito sobre a fugacidade de sua vida e beleza. Quando cuidamos da pele, não devemos nos esquecer que assim como as flores, nossa pele tem uma história que deve incluir carinho, proteção, nutrição adequada e a exposição a luz sem tostar ou desidratar pois assim ela dura mais. A pele assim como as flores, quando perde o esplendor de sua beleza juvenil não a recupera, mas podemos cuidá-la para envelheça com suavidade e ternura, jamais com rancor,ódio ou ressentimento. O tipo de ruga de formamos na pele e na alma depende muito de nós. Há rugas tristes e ou alegres, duras ou macias, saudáveis ou macilentas, pois todo o conjunto de todos nós está na pele.

O padrão ouro para o tratamento da pele fotoenvelhecida,com rugas faciais induzidas pelo sol, lesões pré-cancerosas, certos canceres de pele, discromias e cicatrizes superficiais é o laser de CO2. O efeito térmico do laser de CO2 é capaz de atuar na derme, estimulando a neocolagenese e melhorando a flacidez facial.
Os equipamentos antigos atuavam de forma eficaz mas promoviam um edema (inchaço) prolongado, eritema, despigmentação e cicatrizes. A re-epitalização durava até 14 dias e o eritema pós-procedimento durava varios meses.
Atualmente, com o surgimento dos lasers de CO2 fracionados, o tratamento tornou-se menos invasivo e a recuperação mais rápida, embora para se atingir os resultados desejados necessitemos de mais sessões com um intervalo medio de 30 dias.
Persistem ainda os riscos de infecção herpética nos portadores de herpes, por isto, nestes casos indica-se o medicamento anti-herpético um dia antes do procedimento até completar de 5 a 7 dias.
O resultado do tratamento com o laser CO2 fracionado depende do grau de fotoenvelhecimento e da hidratação da pele. As avaliações são individuais pois cada um tem uma genética e uma historia de exposição solar. Desta forma, peles mais envelhecidas necessitam de cerca de 4 sessões com intervalos de 1 a 2 meses e peles mais jovens cerca de 2 sessões.
A proteção solar é recomendada em todos os casos, antes do início do tratamento, para garantir um resultado final satisfatório com uma pele uniforme, com menos rugas e pigmentações.
ATENÇÃO! Não recomendo que faça o procedimento antes de viagens para lugares ensolarados ou quando a pessoa tenha um ritmo de vida que exija exposição solar constante ou ainda muito próximo (menos de 30 dias) de eventos importantes (casamentos, aniversários, batizados etc) pois embora o procedimento seja seguro quando seguimos o passo-a-passo do pós-procedimento, infelizmente a medicina não é uma ciência exata. Alguns imprevistos podem ocorrer – infecções, avermelhamento por um prazo maior, erupção acneiforme (pequenas espinhas devido ao uso do filtro solar).
O carcinoma peniano é um tumor raro nos países ocidentais. Estagios iniciais e lesões superficiais podem ser tratadas de forma conservadora, evitando a amputação da glande que gera disfunção no órgão e um grande impacto na qualidade de vida do paciente. O tratamento conservador do carcinoma peniano in situ e T1(superficial) de qualquer tamanho pode ser realizado com o laser CO2 e controle posterior através da peniscopia. A peniscopia é um exame simples no qual se aplica ácido acético a 5% e depois examina-se a região com ampliação de 10 a 16 vezes. O acompanhamento rigoroso a cada 2 meses e depois de 3 em 3 meses nos primeiros 3 anos e depois a cada semestre oferece a oportunidade de identificar casos nos quais a doença sofreu recurrência.